terça-feira, 13 de novembro de 2012

COMPLEXIDADE NO REFERVER DAS LÁGRIMAS


COMPLEXIDADE NO REFERVER DAS LÁGRIMAS

Tantos sóis e tantas luas
Respingam deste céu sem cor
Deixando a complexidade do pensamento
Na calada boca de cada virgem.

Tudo é simbolismo e sombras
Enquanto meus pés caminham por estas terras coloridas
De areias mornas,
Fazendo de cada despertar apenas mais um dia.
O que mais me toma – o que me faz inerte [morte?!]
É a luz dos mundos que ainda não conheço.

Escura e sombria é a noite que reveste a realidade
Mais fria que a dor [horror!] de me saber assim.
Silenciosa
Ante o desamor – mágoas que porventura
Gritem neste referver das lágrimas de um chorar
Transitório e leve – mas o que importa,
Se essa dor é a dor que existe em mim?!...



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